Portugal 2030

Intervenção do Presidente da CIMDOURO, Dr. Carlos Silva Santiago na Primeira Audição Pública da Política de Coesão Económica, Territorial e Social, a 26 de junho na UTAD no debate para definição da “Estratégia Portugal 2030”.


Estratégia Douro 2030

Refletir sobre a estratégia para o Portugal pós 2020 é fundamental para o País. Portugal, e a continuidade do seu desenvolvimento, depende extraordinariamente da forma como formos capazes, região a região, de programarmos o próximo período de fundos da União Europeia, que terá de estar subordinado ao plano global que venha a ser desenhado para o País.

Nesse sentido, a CIM Douro, que engloba 19 municípios, onde reside uma população de cerca de 200 mil pessoas, é uma região que, dada a sua diversidade, recursos e potencial encara o próximo período de programação dos fundos da União Europeia, o Portugal 2030, como a oportunidade para garantir competitividade e coesão. Pretende-se que a região ganhe a escala e os meios indispensáveis para encarar a competitividade externa, pese embora permaneça num território do interior.

A principal ambição para a região do Douro deve ser a de consolidar uma cooperação estratégica entre os múltiplos atores locais e regionais que permita transformá-la numa região ganhadora, coesa e inclusiva, sustentável e eficiente, empreendedora e inovadora, reconhecida pela sua atratividade e pela sua qualidade de vida.

Para concretizar esta ambição, importa:

  • Afirmar o Douro como Placa Giratória do Interior Norte no âmbito da Macrorregião do Sudoeste Europeu, tirando partido do seu potencial e posicionamento geoestratégico.
  • Afirmar o Douro como um Pólo de Inovação e Competitividade, assente numa estratégia de especialização inteligente da base económica regional que valorize ativos e competências territoriais e crie e fixe valor e emprego qualificado.
  • Afirmar o Douro como um Território Ambientalmente Sustentável e Socialmente Inclusivo, comprometido com uma utilização eficiente dos recursos, a melhoria contínua da qualidade de vida das populações e o reforço da coesão social.
  • Afirmar o Douro como um Território em Rede, suportado em parcerias institucionais alargadas e práticas consistentes de cooperação intersectorial que promovam as lógicas de eficiência coletiva e garantam uma boa governança territorial.

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